Queria nunca ter te conhecido,
Seguir manso meu caminho de quem sabe pouco,
Gozando gargalhadas próximo do barranco.
Queria nunca ter te conhecido
Homem que habita em mim
Teu jeito nefasto de caos, rompe minha poesia
Queria nunca ter te conhecido
Admirar assustado a fera viva
Sangrando ao carinho
Queria nunca ter te conhecido
Espaço vago que me contempla de volta
Viver sem saber do teu frio impossível
Por fim
Queria nunca ter te conhecido
Mansa calmaria de vida que se desfaz constante

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