Difícil ato
Extrair pouco de ti
Pela ponta do tato
Soluço como quem ri
Ao meu desacato;
Silencioso baluarte
Decoro tua varanda
Calo de minha parte
Enrijeço vislumbrando tua ciranda;
Quase me culpo
Sob teu acalanto sempre tão tardio
Em mármore te esculpo
Capim-encosta de terreno baldio;
Teu despertar virá com fomento?
Me canso mais, quanto tanto aumento
Tal face respingada
Me observa longe, meu eu em disparada;

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