Espelho
Vejo a mim sempre
Plantar cansa
Mostra teu quintal
Me abre teu corpo, espiritual
Me faço compreensão onde mora só o cansaço
Tô bagaço
Enxerga a entrega
A diferença é o esforço
E aí como tá?
Pergunto ao Sol
Sorriso
E assim afundo mais
Sem mãos
Sendo sempre o que sempre
Nunca
Fui
Eu
Eduardo Bueno

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