Quem sou eu

Minha foto
Me descubro a cada dia, me transformo a cada novo passo e a qualquer momento ao dobrar uma esquina. É impossível ser descrito de maneira estável. Conheça-me através das postagens e algo mais.

2 de jun. de 2015

Simples

 Têm-se que ser sincero se quiseres a benção daquilo que acredita como fim. Tal qual então sou eu, em prantos, em pautas, em pausas.. Pudera tu saber das vezes tantas que fiz tempestade entre os lençóis sem tua calmaria, aporretando-me com a culpa de haver bagunçado tanto e tudo.
 Por luas pensei que não havia débito ou dívida, cantarolei por engano umas rimas distonantes que objetivavam por levar longe os dentes tortos, o fuá e as marcas desconhecidas, os veludos, vultos, drinks e berros. Fumarola sobre a mesa, a comida quente me remetia aos sopros errantes que escapavam pelos cantos, pelas ventas.. tantos. Num presente sem presentes, sem milhas ou contagens, distilo os acordes influenciados, distinguindo certos mitos e pecados.
 Foi-se um Aeon em cartas equilibradas, das ligações, dos pastéis atrasados.. Nada em vão, todos vão.
 Se pelo satélite ou pelos cabos, pelas mentes em frangalhos, nada podemos afirmar. Tão certo quanto é também o choque que se tem ao se materializar os códigos - abertos ou criptografados - que constituíam lugares plácidos, flácidos, falaciosos, tendenciosos, audaciosos.. como planos.
 Como o açucar no café, fez diferença, deu energia e mantém sua impressão; mesmo de louça lavada, existem as canecas pra se encherem do que lhes servirem, pra saciar a sede dos porvires.
 Os passos já não são os mesmos, ja não saem iguais.. As vibrações harmônicas emitidas pela passagem de corrente elétrica através de eletroímã vibram novos gostos e misturas; nas páginas variam roteiros e aprendeu-se muito sobre lapidação de pedras preciosas.
 Cabem mais congratulações que terremotos nessa caixinha apertada. Cabem mais sorrisos que lamúrias, cabe tudo de bom embora não tenha cabido cabide.




 Eduardo Bueno

2 comentários:

Grato pelo comentário. =]~