Razão dos risos meus
Desatino de meus descansos
Posta mansa qual coberta
Atenta aos afagos
Disposta à luta
Ora, te desfio sob gestos meus
Se te risco a derme
Se te planto o agora
Me és comigo
Meu brando afago
Meu aterro discreto
Admiro-te ainda a postura
Em confiar-me o cuidado
Nacos de seu destino
Eu homem ainda
Enxada em riste
O pau na mão
Lamento a vida
Assim já sei
No seu arar me redescubro
Mansa terra a ronronar

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