Fere-me mas não só a mim
Me revira tua aspereza
Mas suscito
És gentil com ela?
Tu que jamais acolheu-me
Viu-a crescer
Atendendo-na talvez tanto mais que eu
Expiro uma tênua
Tênia
Alimentando-me enquanto devora a mim
Féu de esperança
Amargando-me pra amargar menos o mundo

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