Lá vou eu
Ser poesia de coisa alguma
Pois quando aqui
Isento dos lás
Em acorde de desacordo
Sou o que fui e o que era
A potência e a projeção
E nesta bagunça de nossas vontades
Ecoa a brincadeira
De versar o impossível
Só por capricho, e por vontade de olhar
Quê, que aqui há?

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