Dou nó em mim
Às voltas de teu sertão
Corpo delgado
Vasto tanto
Vez ou outra visito leviano
A maciez de teus campos
As geodesicas homoplatas
Te visito em segredo
Não mostro nem a mim
Sinto meu iteiro
Vibrando sobre ti
Como criança, que se enamora com folguedo
Abro os olhos só quando vem a mim
Seu sotaque, o passo ligeiro
Me convidam pra todo aqui

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