Basta ficar algum tempo sem a sua adorável forma de expressão para que animais anelídeos da classe oligoqueta comecem novamente a reverberar por dentro dos confins da mente deste que voz fala.
Antes que fizessem de mim seu reinado de húmus, decidi voltar a expelir regurgitadamente - mas não desfilosoficamente - todas as inquietudes e óticas que a mim respondem.
Como já citei vez ou outra, significados culturais textualizados não são de grande atratividade a olhos pouco acostumados. Diz-se que a intensidade de sua luz fere os olhos daqueles que já se acostumaram a viver na escuridão. Devido a este fato as reflexões deste autor são postadas aqui para que possam ser lidas algum dia novamente - por mim -, devido ao falho sistema de armazenamento biológico que me foi dado, que hora ou outra, opta por corromper arquivos menos necessários - mas não menos importantes do que cangurus africanos - para arquivar recém recebidos conhecimentos de eletrônica digital e física quântica.
Mas nada disso impossibilita que mentes conturbadas ou ociosas, vazias ou cheias, possam extrair algo de bom de meus pensamentos textualizados.
A pluralidade do ser precisa ser explorada em todos os sentidos, ambíguos ou não, para que sempre seja possível subir ao próximo nível mantendo os pés bem firmes.
O Autor

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